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“Me Come, Elio”

Melhor do que o filme, somente o livro Me Chame Pelo Seu Nome, de André Aciman. A adaptação para os cinemas é bela, com uma trilha sonora tocante e a química entre os atores que interpretam Elio e Oliver causa arrepios ao espectador.

Mas o livro tem algo ainda mais forte: ele é intenso. Ele causa dor ao leitor. Ele nos coloca na vulnerabilidade de Elio. Nas suas dúvidas, nos seus anseios, nas suas saudades. Se o filme termina na despedida, o livro vai além. Aos rumos tomados, ao reencontro, ao fogo que ainda não se apagou.

Mesmo que a história de Elio e Oliver em um paraíso italiano se encaixe na prateleira de obra LGBT, Me Chame Pelo Seu Nome é muito mais do que isso. É sobre descoberta, é sobre quebrar a barreira de si mesmo, ir além da grade invisível que cerca o nosso ser.

É sobre amor. Sobre sentir. Sobre ser humano.

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